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Monthly Archives: Junho 2013
À espreita
No quarto andar da fábrica de cola o jovem empregado empilha latas e vê, pela parede envidraçada, a muralha de nuvens cinza-chumbo erguer-se ameaçadora no horizonte O suor goteja-lhe do rosto e empapa a camiseta do uniforme azul Os galões … Continuar a ler
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Berrante
Meu vô, me empresta o berrante Quero chamar meus irmãos Deu estouro na boiada e eu sozinho não dou conta Meu vô, me empresta o berrante Quero chamar meus amigos O baile vai começar e há mulheres como trigo Meu … Continuar a ler
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Dublê de alma
Salto da dor em movimento. Ponho a correr gangues de mágoas. Encaro o medo maior que eu. Rio da minha vaidade exposta. Troço do amor, triste pedinte. Saio da dança da indecisão. Rezo. Blasfemo. Me desconheço. Pêndulo cego, jogo entre … Continuar a ler
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Café da manhã
Deus não habita este lar Este ar Esta xícara de café frio Ao redor da mesa, a família, com dentes cariados e mãos duras toma o café da manhã Mastigam e engolem, famintos, e falam dos trabalhos do dia Embaixo … Continuar a ler
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A dor me pôs na sombra, na penumbra
A dor me pôs na sombra, na penumbra, porque a dor traz a noite quando irrompe, e onde estou não se encontra um outro homem mortificado como eu sou – nenhum. Dor com dor e mais dor: meu desjejum. Dor … Continuar a ler
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Anoitecer
Após um dia de trabalho desço o morro ao anoitecer Diviso as roças de sempre, iluminadas pelo último sol, as casas de sempre, as mesmas florzinhas sob as janelas, e sinto uma vontade imensa de carregar tudo isso comigo – … Continuar a ler
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