Viveu, não viveu,
o pó comeu,
o chão comeu,
o não comeu.
Mas quem sou eu?
Matéria de um sonho?
Sonho da matéria?
Eu sou eu, não sou eu.
Sou tudo o que serei, tenho uma força enorme.
Quando eu morrer, junto ao meu túmulo,
pergunte ao pó sobre o tumulto
que um dia o levantou do chão
e respondia por meu nome.
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