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Monthly Archives: Agosto 2014
Poeminha à maneira de Emily Dickinson
Para a minha velhice Só espero merecer Um quintal para a horta E tempo para escrever. Se faltar a horta, Bastará a memória Dos dias bem vividos.
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Mar bravo
Mar que ouvi sempre cantar murmúrios Na doce queixa das elegias, Como se fosses, nas tardes frias De tons purpúreos, A voz das minhas melancolias: Com que delícia neste infortúnio, Com que selvagem, profundo gozo, Hoje te vejo bater raivoso, … Continuar a ler
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Adeus, my Captain
O Captain ! my Captain ! our fearful trip is done (Walt Whitman) Gente sem rosto, gente sem nome, gente sem conta, de sul a norte, exposta aos trancos brutos da vida, sonhava um dia trocar de filme, sonhava um … Continuar a ler
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Sabença
Às vezes, penso que sei alguma coisa. Às vezes, penso que não sei nada. Nunca pensei que soubesse tudo. Já é alguma coisa.
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