Contador de acessos
- 25.590 acessos
-
Artigos Recentes
Arquivos
- Maio 2018
- Maio 2017
- Abril 2015
- Março 2015
- Fevereiro 2015
- Janeiro 2015
- Dezembro 2014
- Novembro 2014
- Outubro 2014
- Agosto 2014
- Julho 2014
- Junho 2014
- Maio 2014
- Abril 2014
- Março 2014
- Fevereiro 2014
- Janeiro 2014
- Dezembro 2013
- Novembro 2013
- Outubro 2013
- Setembro 2013
- Agosto 2013
- Julho 2013
- Junho 2013
- Maio 2013
- Abril 2013
Categorias
Metadados
Category Archives: Uncategorized
Berrante
Meu vô, me empresta o berrante Quero chamar meus irmãos Deu estouro na boiada e eu sozinho não dou conta Meu vô, me empresta o berrante Quero chamar meus amigos O baile vai começar e há mulheres como trigo Meu … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Dublê de alma
Salto da dor em movimento. Ponho a correr gangues de mágoas. Encaro o medo maior que eu. Rio da minha vaidade exposta. Troço do amor, triste pedinte. Saio da dança da indecisão. Rezo. Blasfemo. Me desconheço. Pêndulo cego, jogo entre … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Café da manhã
Deus não habita este lar Este ar Esta xícara de café frio Ao redor da mesa, a família, com dentes cariados e mãos duras toma o café da manhã Mastigam e engolem, famintos, e falam dos trabalhos do dia Embaixo … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
A dor me pôs na sombra, na penumbra
A dor me pôs na sombra, na penumbra, porque a dor traz a noite quando irrompe, e onde estou não se encontra um outro homem mortificado como eu sou – nenhum. Dor com dor e mais dor: meu desjejum. Dor … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Anoitecer
Após um dia de trabalho desço o morro ao anoitecer Diviso as roças de sempre, iluminadas pelo último sol, as casas de sempre, as mesmas florzinhas sob as janelas, e sinto uma vontade imensa de carregar tudo isso comigo – … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Pedra negra sobre uma pedra branca
Morrerei em Paris com aguaceiro em um dia do qual já me recordo. Morrerei em Paris – e não me apresso – numa quinta, talvez, num outro outono. Numa quinta será, porque hoje, quinta, ao meter os meus úmeros à … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Longada
Mario Quintana passeia nas ruas de Porto Alegre sem mais saber se é ele ou um poema seu, inédito, carregado pelo vento.
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Maria-mole
Lá vai meu tio de cabeça baixa como boi resignado A nuca de fora sob o cabelo cortado redondo Vai suar na fundição por um salário miserável e crê que o patrão o tem em alta conta Lá vai meu … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Noturno
Sou ônibus recolhendo. Não paro pra mais ninguém.
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário
Porque no engraso los ejes
Poeta jovem, escrevia versos para me mostrar superior, sensível, singular No embalo das musas dramatizava dores e amores num espetáculo solo sobre o palco e se o aplauso não vinha é que o público era surdo Hoje escrevo só para … Continuar a ler
Publicado em Uncategorized
Deixe um comentário